Inteligência relacionada ao jogo de xadrez
Um dos temas que me chamava a atenção na infância era os grandes embates entre enxadristas. Karpov, Fisher, o brasileiro Mequinho… acreditava que eles eram “inteligentes”. Aprendi o jogo e queria ser igual. Que pretensão! Ainda não tinha lido a teoria das inteligências múltiplas de Howard Gardner. Ou seja, jogar xadrez seria apenas umas das possibilidades de “inteligência” humana. Alguns anos o Xadrez enfrentou um desafio tecnológico. O Deep Blue, computador construído pela IBM especialmente para jogar xadrez, contendo 256 co-processadores, era capaz de analisar 200 milhões de posições por segundo.
Em fevereiro de 1996, o campeão do mundo de xadrez, Garry Kasparov, considerado o melhor jogador de todos os tempos, ganhou três partidas, empatou duas e perdeu uma contra o Deep Blue. No final do torneio, Kasparov declarou: “sou o último humano campeão de xadrez”.
Acreditei, por isso, que realmente jogar xadrez era apenas uma forma de “inteligência” e não a “inteligência”.
Agora, uma matéria da Scientific American diz que o jogador de xadrez pode se tornar expert em outros campos do conhecimento humano.
Vamos esperar mais estudos, então.
(Fonte: wikipedia e Scientific American)
Adicionar comentário 24 de Agosto de 2006 às 15:49 admin