Diferente, mas igual. Entendeu? Nem eu.
14 de Outubro de 2008 às 15:54 admin | Enviar por e-mail
Desde 1992, ministro aulas de graduação em cursos de Comunicação (Jornalismo, Publicidade, Relações Públicas, Midias Digitais e Cinema Digital). Foram várias instituições e cidades. Entretanto, dei-me conta, agora, de uma questão: a percepção reinante, nesses meios, é que os alunos são todos diferentes (origens, interesses, vontades) e que isso tem que ser respeitado. Então, quando o professor atua nessas diferenças, buscando construir projetos e conhecimento com alunos que possam desenvolver melhor suas habilidades e que tenham vontade de evoluir, acontece um fenômeno: um sistema “emerge” e forças contrárias atuam fortemente para anular esse tipo de postura.
Umas das alegações que mais ouvi foi: todos os alunos são iguais, não se pode privilegiar nínguém. Ai, matam projetos e pesquisas.
Então, todos são diferentes, mas quando alguém quer evoluir, todos são iguais. Entendeu? Nem eu. Entretanto essa “lógica” perversa funciona.
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